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Onde estará o tal que a cigana encontrou nas tortas linhas de minhas mãos, que o destino me guardou, que os Deuses desenharam inteiramente pra mim, que os bons ventos trazem ao meu encontro, como diz um amigo: O meu número?
Peço que não demore, pois minha urgência é grande em poder deitar e sentir a segurança do colo teu, será que me procuras ainda ou desistiu de achar?
Será que sonha comigo ou nunca em teus sonhos vou entrar?
Não precisa vir correndo a ponto de se machucar ou perder pedaços ao longo do caminho.
Não precisa vir correndo a ponto de se machucar ou perder pedaços ao longo do caminho.
Mas, por favor, não demore, pois a saudade de algo que não vivi é intensa quando as luzes se apagam em meu ninho.
A minha solidão cresce alimentada pela escuridão apagando o meu sorriso e fazendo brilhar somente as lágrimas em meu rosto.
Como é possível sentir saudades de algo ou alguém que nunca viu?
Como posso esperar por algo que pode nem chegar?
Essa é a única coisa que posso fazer... Esperar...
Aah! Lembrando dum pensamento de Oscar Wilde que tem muito em comum com esse texto... “Se você não se atrasar demais, posso te esperar por toda a minha vida”.
Ps: Esse tem uns dias que escrevi, só acrescentei algumas coisinhas...
salve salve grande blog,tem potencial rsrsrs
ResponderExcluirvamos trocar contato ,se puder seguir o meu pensamentos culturais pra gente poder ploriferar cultura pela bahia rsrs abraçose
saudações.da uma visita no meu!